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Catálogo para vender no WhatsApp: foto, preço, condição e estoque

Catálogo que vende tem foto real, nome que o cliente procuraria, preço certo e estoque em dia. Veja o que a Meta exige, o que a falta da condição faz com o produto e como montar a vitrine sem dor de cabeça.

Por , da OpaTec ·

Quer ver isso funcionando? Catálogo e loja dentro da conversa — como o OpaChat faz.

Para montar um catálogo que vende no WhatsApp, cada produto precisa de foto real, um nome que o cliente procuraria, preço certo, uma descrição curta, a condição (novo, usado ou recondicionado), a marca e o estoque em dia. A condição é a exigência menos óbvia: sem ela, a Meta descarta o produto, e nem sempre aparece aviso. Já a foto não é exigida pela Meta, mas o produto sem foto aparece sem imagem, e pouca gente compra o que não vê.

Abaixo, campo por campo, o que fazer para o catálogo ajudar a vender, com exemplos de vários tipos de loja.

Antes de tudo: cadastro e vitrine

O cadastro de produtos é a sua lista completa, com preço e estoque. A vitrine, ou catálogo, é o que aparece dentro do WhatsApp para o cliente navegar e montar um carrinho. Nem tudo do cadastro precisa ir para a vitrine. Comece pelos produtos que mais vendem e pelos que as pessoas mais perguntam: é melhor ter 40 itens bem feitos do que 400 pela metade.

Um detalhe que confunde: cada conta do WhatsApp Business tem um único catálogo, que pode servir vários números da mesma conta.

E nem tudo pode ir para a vitrine. A Meta tem uma política de comércio: remédio que exige receita não pode, e bebida alcoólica, suplemento e tabaco têm regras próprias, que vale conferir item por item. Na dúvida, deixe o item fora da vitrine e venda pela conversa.

A foto

É a primeira coisa que o cliente vê e a que mais pesa na decisão. Algumas regras práticas:

  • Foto do produto de verdade, e não a de outro tamanho ou de outra cor.
  • Fundo limpo e claro, com o produto inteiro e centralizado.
  • Boa luz. A luz do dia perto de uma janela resolve sem equipamento.
  • Nada de texto por cima, como preço ou "promoção": o preço já aparece ao lado, e o texto envelhece.

Uma loja de cosméticos que fotografa todos os itens no mesmo fundo passa uma imagem de cuidado. Uma loja de peças pode fotografar a peça ao lado de uma régua, para o cliente conferir o tamanho.

Nome e descrição

O nome é o que o cliente lê na lista e o que ele digita quando procura. Escreva como ele falaria:

  • "Tinta acrílica fosca branca 18 litros" em vez de "TINTA ACR FOS BR 18L";
  • marca, modelo e tamanho no nome, quando ajudam a escolher.

A descrição completa o que o nome não diz: para que serve, do que é feito, as medidas, o que vem na caixa. Duas ou três frases bastam. Uma loja de roupas pode dizer o tecido e como a peça veste; uma loja de presentes, o tamanho e se vai embrulhado.

Preço e promoção

Preço errado na vitrine é o pior erro do catálogo: o cliente monta o carrinho com um valor e descobre outro na hora de pagar. Algumas regras:

  • Todo produto da vitrine precisa ter preço. Item a R$ 0,00 não serve.
  • Serviço cujo valor depende do caso, como um conserto, pode ficar "sob consulta", fora da vitrine, e ser orçado na conversa.
  • Promoção com prazo. A Meta tem um campo próprio para o preço promocional, e o WhatsApp mostra o preço cheio riscado ao lado. O prazo é o que separa uma promoção de um preço novo: acabou, volta o preço cheio.

Condição, marca e código de barras

A condição diz se o produto é novo, usado ou recondicionado. A Meta exige esse dado, e um valor que ela não reconhece conta como ausente: o produto é descartado. Brechó, loja de usados ou de celulares recondicionados precisa preencher com atenção; para o resto, quase sempre é "novo".

A marca também está entre os dados que a Meta pede. Para um produto feito pela própria loja, como um bolo ou uma peça artesanal, a marca pode ser o nome da loja.

O código de barras, aquele número embaixo das barras na embalagem, ajuda o WhatsApp a reconhecer o produto. Só preencha se tiver certeza de que ele está certo.

Estoque

Vitrine que vende o que acabou gera a pior conversa possível: "desculpe, não temos mais". Três cuidados:

  • Estoque atualizado. Quem vende também no balcão precisa baixar o que sai, à mão ou pelo sistema de gestão.
  • Margem de segurança. Se o sistema diz que tem 1, talvez não tenha nenhum. Com uma margem, o produto aparece como esgotado antes de chegar a zero.
  • Esgotado não é apagado. O produto continua na vitrine, marcado como esgotado, e volta quando o estoque subir.

Como o OpaChat resolve isso

No OpaChat, o produto só entra num catálogo que vai para o WhatsApp quando tem nome, preço, foto, descrição, condição, marca e estoque, e a tela diz o que falta em cada um. A condição é uma lista com Novo, Usado e Recondicionado, que já vem em Novo. A foto sobe pela tela do produto ou chega pela integração com o seu sistema de gestão, que também manda código, nome, preço e estoque. Você define um estoque mínimo para a vitrine, cada número de WhatsApp tem o seu estoque, e, quando um link de pagamento segura ou vende a última unidade, o produto é reenviado como esgotado sozinho. A tela Publicados mostra a situação de cada produto na loja do WhatsApp, inclusive o motivo de uma recusa.

E no número que também fica no aplicativo do celular, em que a Meta não mostra a vitrine, a venda continua: o robô e a IA procuram no mesmo cadastro, dizem o preço de hoje e montam o pedido.

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